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Acusado de matar taxista de São Gotardo é preso em Goiás suspeito de triplo homicídio

Em Minas, o acusado e seus cúmplices foram libertados quatro meses depois da prisão, após a defesa solicitar habeas corpus.


Imagem: Whatsapp/Divulgação


Acusado de cometer triplo homicídio na região de Corumbá de Goiás/GO, Wanderson Mota Protácio, de 21 anos, se entregou a Polícia Civil de Anápolis/GO na manhã deste sábado (4). Ele também é acusado de matar a facadas, em novembro de 2020, um taxista de São Gotardo.


Foram sete dias de força-tarefa para tentar capturar o suspeito, que está sendo acusado de assassinar sua companheira, que estava grávida, sua enteada, uma criança de apenas 2 anos e seu vizinho fazendeiro. O suspeito ainda teria tentado estuprar a esposa do fazendeiro, que acabou sendo baleada. Ela sobreviveu depois que se fingiu de morta, momento que o suspeito fugiu em uma caminhonete.


Segundo reportagem do Portal R7, Wanderson se rendeu à polícia após entrar na casa de uma mulher em Gameleira, no interior de Goiás. A dona da residência forneceu-lhe comida e convenceu o suspeito a se entregar.


Além da recente série de homicídios, Wanderson também respondeu pelo assassinato de um taxista ocorrido em novembro de 2020, em São Gotardo. A vítima foi Maurício Lopes Mariano, de 25 anos.


Segundo investigações da polícia, Wanderson entrou em no táxi com dois adolescentes e um adulto. Eles cortaram o cinto de segurança traseiro do veículo e amarraram o motorista. O cinto também foi usado para arrastar o taxista até uma árvore no meio de uma mata. Conforme o Boletim de Ocorrência, a intenção do grupo era roubar o carro e deixar o taxista amarrado na árvore. No entanto, Wanderson mudou de ideia, voltou no local onde o taxista estava amarrado e atingiu a vítima com 18 facadas. Os ferimentos ocorreram principalmente nas costas da vítima.


Na época, Wanderson foi preso com outras três pessoas. Ele foi indiciado pelos crimes de latrocínio, extorsão, corrupção de menores e tráfico de drogas. Wanderson e seus cúmplices foram libertados quatro meses depois após a defesa solicitar habeas corpus.

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