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Faltando 200 dias para as eleições, cenário político de Minas já tem pré-candidatos definidos e articulações em curso

  • há 3 minutos
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Levantamento junto a partidos revela nomes para o Governo e Senado, indefinições estratégicas e possíveis alianças na disputa pelo Palácio Tiradentes.



Esta quarta-feira (18) marca a contagem regressiva simbólica de 200 dias para as Eleições Gerais de 2026, previstas para 4 de outubro. Em Minas Gerais, o cenário político começa a ganhar forma com a definição de pré-candidaturas ao Governo do Estado e ao Senado, embora ainda existam incertezas, articulações em andamento e nomes que seguem indefinidos.


Com o objetivo de mapear o panorama atual, a Tribuna de Minas entrou em contato com os diretórios estaduais dos partidos com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nove legendas responderam oficialmente, enquanto outras não retornaram, apesar de já movimentarem pré-candidatos nos bastidores.


Entre os nomes confirmados, o Partido Comunista Brasileiro (PCB) saiu na frente e lançou ainda em dezembro de 2025 a pré-candidatura do professor Túlio Lopes ao Governo de Minas. O partido, no entanto, ainda não definiu nomes para vice ou Senado.


Já o Partido Novo indicou apoio ao atual vice-governador Mateus Simões (PSD) como pré-candidato ao Governo. A legenda também trabalha com nomes como Fernanda Altoé e Tiago Mitraud para eventual composição como vice. Para o Senado, o partido sinaliza apoio a uma chapa majoritária em construção, com o nome de Marcelo Aro (PP) entre os cotados.


O PSD, partido de Mateus Simões e também do senador Rodrigo Pacheco, ainda não oficializou sua posição. Pacheco, inclusive, é apontado como um dos nomes preferidos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para disputar o Governo de Minas, embora ainda não tenha confirmado sua candidatura. A definição deve ocorrer em breve, considerando o prazo de filiação partidária exigido pela Justiça Eleitoral.


Outro nome que se apresenta como pré-candidato é o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), que, apesar de ainda não confirmado oficialmente pelo partido, já articula sua chapa. Recentemente, ele convidou o prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão, para compor como vice.


O Partido Democrático Trabalhista (PDT) confirmou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil como pré-candidato ao Governo. Kalil já disputou o cargo em 2022, sendo derrotado ainda no primeiro turno. A legenda ainda não definiu os nomes para vice e Senado.


O Partido Liberal (PL), por sua vez, segue em fase de definição e deve anunciar seus nomes nas próximas semanas.


Entre as siglas menores, a Unidade Popular (UP) informou que já tem pré-candidatos definidos para o Governo e Senado, com lançamento oficial previsto para 12 de abril. A legenda pretende apresentar uma mulher negra como candidata ao Executivo estadual, em resposta ao aumento dos casos de feminicídio em Minas Gerais.


O partido Missão, criado em 2025 por integrantes ligados ao Movimento Brasil Livre (MBL), confirmou o nome de Ben Mendes como pré-candidato ao Governo, enquanto os nomes para o Senado ainda não foram divulgados.


O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) lançou Gabriel Azevedo como pré-candidato ao Governo. Para o Senado, a legenda já confirmou a candidatura de Maria Lúcia Cardoso, ex-deputada federal e atual prefeita de Pitangui.


Pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), o nome ao Governo é Rafael Duda. Para o Senado, a legenda aposta na professora Vanessa Portugal, que acumula diversas candidaturas ao longo dos últimos anos, embora ainda sem vitória nas urnas.


Na Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), a única pré-candidatura confirmada até o momento é a de Marília Campos ao Senado. Para o Governo, a federação ainda não definiu um nome.


Já a Federação PSOL-Rede apresenta a professora aposentada Maria da Consolação como pré-candidata ao Governo de Minas, além de lançar a ex-deputada federal Áurea Carolina para o Senado.


Com pouco mais de seis meses até o pleito, o cenário político mineiro segue em construção, com definições estratégicas aguardadas nas próximas semanas. O prazo para filiação partidária, que se encerra no início de abril, deve acelerar o anúncio de candidaturas e consolidar alianças que irão moldar a disputa eleitoral no estado.


Com informações de Tribuna de Minas

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