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Ibiaense Afrânio Vilela toma posse como novo Ministro do STJ em Brasília

O magistrado atuava desde 2005 no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Solenidade de posse do STJ é marcada por aplausos e prestígio.


Afrânio Vilela (centro) tomou posse no STJ junto com Teodoro Silva Santos (esq) e Daniela Teixeira (dir) — Foto: Emerson Leal/STJ

José Afrânio Vilela, natural de Ibiá, assumiu oficialmente o cargo de Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na quarta-feira (22). O magistrado tornou-se o primeiro representante do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a ocupar uma cadeira no STJ, também conhecido como Corte da Cidadania. Ele assume a vaga deixada pelo falecido Ministro Paulo de Tarso Vieira Sanseverino.


Durante a mesma cerimônia, dois outros ministros foram empossados no STJ: Teodoro Silva Santos, ex-desembargador do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), e Daniela Teixeira, representante da advocacia de Brasília. Daniela Teixeira recebeu uma aclamação da plateia de convidados, composta em sua maioria por advogados e membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da qual ela fez parte.


Os três novos ministros foram indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passaram pela sabatina no Senado sem enfrentar discordâncias ou críticas em relação às indicações.


Sobre José Afrânio Vilela


Foto: Mirna de Moura - TJMG/Divulgação.

Afrânio Vilela é desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e assume a vaga deixada pelo falecimento do Ministro Paulo de Tarso Vieira Sanseverino. O desembargador, de 62 anos, graduou-se em direito pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e possui pós-graduação em gestão judiciária pela Universidade de Brasília (UnB).


Vilela foi aprovado no concurso público para a magistratura do TJMG em 1988/1989. Atuou como juiz titular e juiz cooperador em várias comarcas do estado e ocupou o cargo de 10º juiz de direito de Belo Horizonte.


Além disso, exerceu o cargo de juiz-corregedor de Minas Gerais em 1996 e, simultaneamente, foi responsável pela Superintendência da Central de Mandados. Durante seu mandato como corregedor, também foi nomeado diretor do Foro de Belo Horizonte. Em 2004, foi promovido ao cargo de juiz do extinto Tribunal de Alçada de Minas Gerais, lotado na 3ª Câmara Cível (direito privado). Também ocupou o cargo de superintendente de Planejamento e Administração do Tribunal de Alçada do estado até sua integração ao Tribunal de Justiça em 2005.

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