Trump sobe o tom e avalia ataque "muito pior" contra o Irã para forçar queda de regime
- ibiaemfoco
- há 4 dias
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Presidente americano condiciona ação militar à recusa de Teerã em negociar acordo nuclear; Pentágono afirma que tropas já estão prontas para agir.

O cenário de tensão no Oriente Médio atingiu um novo patamar de alerta nesta semana. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que mantém "todas as opções na mesa" e avalia um novo grande ataque contra o Irã. A ofensiva seria uma resposta direta caso o governo iraniano se recuse a renegociar os termos de seu programa de armas nucleares com a Casa Branca.
Segundo fontes do governo, Trump descreveu que qualquer nova incursão militar seria "muito pior" do que o bombardeio realizado em junho. O leque de possibilidades estratégicas é amplo: desde ataques cirúrgicos contra lideranças do alto escalão iraniano até bombardeios massivos a instalações nucleares e centros administrativos em Teerã.
Estratégia de "Mudança de Regime"
Por trás da retórica agressiva, reside uma estratégia política clara da Casa Branca. O objetivo de Washington não é apenas a destruição de infraestrutura, mas a criação de um clima de instabilidade que favoreça uma mudança de regime.
A aposta dos EUA é que uma ofensiva militar funcione como faísca para a insatisfação interna. A lógica traçada por conselheiros de Trump prevê que o ataque encoraje a população iraniana a retomar os protestos iniciados este mês, pressionando o governo até uma possível queda.
O Secretário de Defesa americano reforçou a prontidão das forças armadas:
"Os Estados Unidos estão preparados para executar qualquer decisão tomada pelo presidente", afirmou em nota oficial.
Resposta e Alerta Global
A reação de Teerã foi imediata e estratégica. A Guarda Revolucionária Iraniana anunciou o início de exercícios militares com munição real no Estreito de Ormuz. A região é considerada o ponto de estrangulamento mais crítico do mercado de energia global, sendo a principal rota de exportação de petróleo do mundo.
Especialistas alertam que um conflito direto na região pode disparar os preços do barril de petróleo e desestabilizar a economia global, enquanto o mundo observa o braço de ferro entre as duas potências.









































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