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Casos de dengue diminuem em Ibiá, mas situação ainda é de atenção


Em 2016, Minas Gerais registrou (até 10/05/2016), 424.352 casos prováveis de dengue e 87 óbitos. Em relação à Febre Chikungunya, 1.168 casos foram notificados neste ano, sendo que, 644 desses já foram descartados, 479 permanecem em investigação e 45 casos foram confirmados.

Já em relação à Febre pelo Zika Vírus, foram confirmados até o momento 2.318 casos em Minas Gerais, sendo 20 laboratorialmente e 2.298 por critério epidemiológico, uma vez confirmada a circulação do vírus no local.

Em relação aos casos que envolvem febre pelo Zika em recém-nascidos com microcefalia, mães de recém-nascidos com microcefalia e gestantes, foram confirmadas 176 gestantes com doença aguda pelo Zika Vírus, sendo que uma gestante teve aborto espontâneo decorrente de possível associação com infecção pelo vírus, e 2 casos com exames de imagem sugestivos de infecção congênita, porém sem associação com o Zika Vírus.

Em Ibiá a Prefeitura tem feito um trabalho importante em relação ao combate do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika Vírus. Após campanhas de conscientização realizada nas mídias sociais e mutirões que contaram com a ajuda da população, a Prefeitura conseguiu baixar, consideravelmente, o número de novos registros da doença na cidade (veja o gráfico no final da matéria). Os números da doença caíram de 74 casos registrados em março, para 31 registros até o final de abril. Na primeira semana de abril, foram registrados na cidade, 20 novos casos prováveis da doença, já na primeira semana de maio, nenhum novo caso foi anotado.

Os números mostram que o trabalho realizado na cidade está dando certo, mas os moradores não podem se acomodar. É preciso ficar atento e continuar a luta contra o mosquito. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG), Ibiá registrou, até o dia 10 de maio, 129 casos prováveis de Dengue, o que significa uma incidência de 524,11 casos a cada cem mil habitantes, número que é considerado alto.

Por esse motivo a população deve se manter em alerta total, dedicando parte de seu tempo para examinar seu quintal e eliminar os possíveis focos do mosquito transmissor das doenças.  Confira abaixo, o gráfico que representa a evolução da dengue em Ibiá, no ano de 2016.



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