Mãe é presa em após dar bebida alcoólica e cigarro aos filhos de 1 e 8 anos em MG
Vídeo publicado nas redes sociais levou à atuação da Polícia Militar e do Conselho Tutelar; segundo o Ministério Público, uma das crianças foi encontrada adormecida e com cheiro de álcool.

Uma mulher foi presa preventivamente na quinta-feira (23) suspeita de fornecer bebida alcoólica e cigarro aos próprios filhos, de 1 e 8 anos, na zona rural de Divisópolis, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. O caso veio à tona depois que a própria mulher publicou vídeos nas redes sociais mostrando a situação, segundo informações do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
Nas gravações, a suspeita teria debochado da própria atitude e desafiado o Conselho Tutelar, afirmando que “estavam todos doidos e bêbados”. A divulgação do conteúdo provocou repercussão e mobilizou a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e o Conselho Tutelar do município.
Criança foi encontrada com cheiro de álcool
De acordo com o MPMG, ao chegarem à propriedade rural onde a família vivia, os agentes encontraram uma das crianças adormecida e com cheiro de álcool.
Durante a abordagem, a mulher confirmou aos policiais que havia oferecido bebida alcoólica e cigarro aos filhos.
Na residência, os militares apreenderam garrafas de cachaça e vinho parcialmente consumidos. O aparelho celular que teria sido utilizado para gravar e divulgar os vídeos também foi recolhido para auxiliar na apuração dos fatos.
Diante da situação, a mulher foi presa preventivamente. A atuação das autoridades ocorreu após a divulgação das imagens e a identificação de possíveis riscos à integridade das duas crianças.
O caso reforça a importância da atuação conjunta dos órgãos de proteção à infância e das forças de segurança diante de situações que possam colocar crianças e adolescentes em risco.
A investigação deverá esclarecer as circunstâncias do ocorrido e reunir os elementos necessários à responsabilização criminal, conforme o andamento do procedimento.
O caso é acompanhado pelas autoridades competentes. A suspeita tem direito à presunção de inocência, e a responsabilização criminal depende da apuração dos fatos e do devido processo legal.









































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